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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A missa de domingo



O sino bate na igrejinha

Chamando os fiéis pra rezar

É domingo á tardinha

E a comunidade a chegar

E entrar na igreja apressadinha

Antes da missa começar.


O padre esperando está

Com sua batina branca

De pé atraz do altar

Mostrando sua carranca

Que dá para assustar

Nas crianças levadas dar bronca.


Começa a celebração

E toda a comunidade

Espera do padre o sermão

Que fala a verdade

Que conduz a oração

Fala de Deus a santidade.


Toda comunidade atenta

Prestando muita atenção

O padre levanta á hóstia benta

Depois de pedir de Deus o perdão

A comunidade só se senta

Depois da santa comunhão.


Depois da missa terminada

As pessoas se abraçando

Outras de mãos dadas

A paz do Senhor desejando

Vão descendo da igreja a escada

O hino final ainda cantando.

( Maria Melo)

domingo, 22 de agosto de 2010

Imaginando como será


Eu a imaginar

Como será

Te encontrar

E não te abraçar

Teus lábios admirar

E não poder beijar

Tuas mãos não segurar

Do meu amor não te falar

Com é que vou suportar

Quando eu te ver

Teu nome não dizer

Te olhar não poder

Um carinho não te fazer

Como é que vai ser

É imaginável sim

Te ver assim

Longe de mim

A certeza do fim.

(Maria Melo)

sábado, 21 de agosto de 2010

O gosto pela poesia



Eu não sou poetisa
Mas sou admiradora
De quem a poesia realiza
Sou mais uma sonhadora
Admiro a poesia que visa
Tornar a leitura mais sedutora.

Aprecio uma boa rima
Que agrada os meus ouvidos
Que lições me ensina
Como as que tenho lido
Que me atrai como imã
E lembra o que tenho vivido.

Gosto da rima que induz á fantasia
E os meus sentidos desperta
Que me anima e contagia
Em cheio meu coração acerta
Despertando em mim a alegria
E a minha fantasia liberta.

Admiro quem faz poesia
Que toca á alma da gente
Que faz sentir alegria
E fala do que se sente
Que rima com harmonia
E relata o que vem na mente.
( Maria Melo )

domingo, 8 de agosto de 2010

O que será das nossas crianças?


Ouve-se muito que as crianças

São de um mundo melhor a esperança

Dizem também que é o futuro da nação

Será isso verdade ? ou não?

Jesus disse: Vinde a mim as crianças

Isso não me sai da lembrança

Se a criança é tudo isso na vida

Por que umas são tão queridas

Outras não tem casa, amor. sequer comida

Umas são protegidas e amadas

Outras são exploradas, abusadas

Umas tem conforto de sobra

Outras trabalham sem folga

Outras ainda são metidas com drogas

Meu Deus! Onde isso vai parar?

Vemos até pais, a os filhos, matar

Em muitos casos que tristeza

Quem lhes faz o mal que seja

É quem deviam amá-los com certeza

Quem poderá fazer algo de verdade?

Pelas nossas cianças… a sociedade?

O governo, a família,

Parece que estamos numa ilha

Sómente o senhor jesus

Poderá nos mostrar uma luz

Que ao caminho verdadeiro conduz.

( Maria Melo)

domingo, 1 de agosto de 2010

Quem não tem saudades?



Saudades quem não tem
De um tempo que passou
Da infância, de um bem
Ou do primeiro amor
Da família, de um amigo
De algo que se passou consigo
De um lugar por onde se andou.

Saudade que aperta o coração
É um sentimento verdadeiro
Saudade do amor primeiro
Ou de uma bonita canção
Das brincadeiras de infãncia
Essas e outras lembranças.

Saudade que aperta o peito
Ou uma saudade mais amena
Saudade que pega de jeito
Ou uma saudade leve como pena
De todo jeito é saudade
Seja lá do que se tenha feito
Uma saudade vale por uma centena.

A poesia nordestina


Para o povo declamar

O nordestino sabe fazer

A poesia pura e simples

Que o povo gosta de ler

Que toca a nossa alma

Que agrada eu e você.


Que nos emociona

É a poesia popular

Feita com simplicidade

Que o povo sabe declamar

Que canta a vida do povo

Que o povo sabe apreciar.


Que fala da natureza

Declama e canta o amor

Que descreve as criaturas

E eleva o seu criador

Que exalta o prazer e alegria

E também chora a mágua e a dor.


(Maria Melo)